Dacia prepara versões híbridas do Sandero e do Sandero Stepway com 153 cv e mais tecnologia
A Dacia está a avançar com a renovação da sua gama ao anunciar novas variantes híbridas dos modelos Sandero e Sandero Stepway, reforçando a estratégia de eletrificação da marca e a aposta numa perceção de qualidade mais elevada.
Novo sistema híbrido junta motor 1.5 a unidade elétrica
De acordo com a informação divulgada, as novas versões passam a contar com um conjunto híbrido composto por um motor a gasolina 1,5 litros de quatro cilindros, associado a um motor elétrico. A potência combinada ascende a 153 cv, um aumento de 52 cv face ao Sandero com motor a gasolina convencional.
Apesar do ganho em potência, a marca indica que o motor clássico de três cilindros continua a oferecer mais binário: 200 Nm, contra 170 Nm na variante híbrida.
Eficiência e emissões deverão melhorar, mas faltam dados finais do Sandero
A Dacia antecipa melhorias relevantes em consumos e na redução das emissões de CO₂ com esta atualização híbrida, embora ainda não tenha revelado números específicos para o novo Sandero.
Como referência, a marca aponta o desempenho do Dacia Jogger com motorização híbrida semelhante, que anuncia 4,6 l/100 km e emissões de CO₂ de 104 g/km.
Stepway recebe novos equipamentos e reforço de segurança
A par da componente mecânica, há mudanças no equipamento e na apresentação das versões. Nas configurações mais elevadas do Sandero Stepway, passam a estar disponíveis funcionalidades como:
- Câmara com múltiplas visualizações
- Acendimento automático dos faróis
Em toda a gama atualizada, a Dacia sublinha ainda a conformidade com os mais recentes requisitos de segurança, incluindo:
- Sistema de alerta de fadiga/desatenção do condutor
- Travagem autónoma de emergência
Uma proposta orientada para custos de utilização mais baixos
Com estas novas versões híbridas do Sandero e do Sandero Stepway, a Dacia procura manter a sua posição no mercado ao oferecer alternativas pensadas para quem valoriza menor impacto ambiental e maior eficiência, num segmento onde o custo por quilómetro continua a ser um fator decisivo para muitos condutores.
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