Mansory apresenta “soft kit” para o Ferrari Purosangue com mais carbono e ligeiro aumento de potência
A preparadora alemã Mansory revelou um novo pacote de personalização para o Ferrari Purosangue, baptizado de “soft kit” - uma proposta que, dentro do estilo exuberante da marca, pretende ser mais contida, embora continue a apostar fortemente em componentes em fibra de carbono.
Aerodinâmica revista e carroçaria mais musculada
Na dianteira, o Purosangue recebe um pára-choques redesenhado com novos elementos aerodinâmicos, um splitter diferente e apliques no capô e nas cavas das rodas. O conjunto inclui ainda arcos de roda mais largos e saias laterais modificadas, reforçando a presença do modelo que a própria Ferrari prefere classificar como gran turismo de quatro portas, apesar do formato de crossover.
Difusor de grandes dimensões e dupla solução de spoiler
Na traseira, a Mansory instalou um difusor volumoso, um grande aileron no tejadilho e, adicionalmente, um spoiler tipo “ducktail”. Quase todas as novas peças são feitas em carbono, mantendo a assinatura visual da empresa.
O exemplar apresentado surge em vermelho clássico, com as superfícies em carbono a contrastarem através de detalhes em preto e amarelo.
Jantes FC.5 com medidas escalonadas
A estética é completada por novas jantes Mansory FC.5, com 22 polegadas à frente e 23 polegadas atrás, numa configuração escalonada que sublinha a abordagem mais agressiva do kit.
V12 atmosférico ganha 30 cv, sem recorrer a híbridos
As alterações não se ficam pela aparência. O motor V12 atmosférico de 6,5 litros passa a debitar 744 cv e 730 Nm de binário - um ganho de 30 cv e 14 Nm face ao Purosangue de série.
Apesar do aumento, o modelo mantém um ponto de destaque no segmento: continua a ser um dos poucos SUV/crossover de luxo de alta performance a apostar num V12 puramente atmosférico, sem assistência híbrida.
Uma personalização mais de imagem do que de ruptura
Mesmo em configuração de fábrica, o Ferrari Purosangue já se distingue pelo impacto visual e pela raridade no mercado. Neste contexto, a melhoria de desempenho é relativamente moderada, tornando o “soft kit” sobretudo uma opção para quem procura diferenciação e exclusividade. Já para os puristas da estética Ferrari, a intervenção poderá parecer dispensável.
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