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A maior aliança automóvel recua: gasolina e elétricos já são coisa do passado.

Carro dourado em exposição com capô aberto, mostrando o motor, num showroom com janelas grandes e outros veículos.

Stellantis prepara novo motor Diesel híbrido de 48V para substituir o 1.5 BlueHDi e parte da família Multijet

A Stellantis está a desenvolver um novo motor Diesel com hibridização obrigatória, destinado a substituir o atual 1.5 BlueHDi de origem francesa e a assumir também o lugar de alguns motores da família Multijet, numa tentativa de simplificar a oferta e reduzir a coexistência de várias linhagens de motores em paralelo.

Fim do plano de prolongar o 1.5 BlueHDi até 2030

De acordo com a estratégia inicialmente delineada, o grupo pretendia atualizar o 1.5 BlueHDi e mantê-lo em produção até 2030. Esse plano acabou, no entanto, por ser considerado pouco viável, levando a Stellantis a avançar para uma nova geração de Diesel com uma arquitetura mais alinhada com as exigências atuais de eficiência e emissões.

Hibridização passa a ser obrigatória com caixa eDCT6

A principal novidade do futuro Diesel será a integração de um sistema híbrido ligeiro. O motor será combinado com uma transmissão robotizada eDCT6 de dupla embraiagem, que incorpora no seu interior um motor elétrico com 20 ou 28 cv, alimentado por uma bateria de 48 volts.

Esta solução - já utilizada em híbridos a gasolina da Peugeot - permite percorrer pequenas distâncias em modo totalmente elétrico, contribuindo para baixar consumos e emissões, num contexto de normas ambientais cada vez mais exigentes.

Estreia prevista para 2026, com DS 7 ou Lancia Gamma como candidatos

Os primeiros modelos equipados com este novo conjunto mecânico deverão chegar ao mercado em 2026. A Alfa Romeo Tonale, porém, não deverá estar entre as estreias iniciais. Entre os nomes apontados como potenciais lançamentos de estreia surgem o DS 7 de próxima geração e o futuro Lancia Gamma.

Diesel mantém peso nas frotas e no uso empresarial

A Stellantis sublinha que os motores Diesel continuam a ter procura significativa no segmento de viaturas de serviço e de empresas, onde a autonomia elevada e a eficiência no consumo permanecem determinantes. Com este novo motor, o grupo procura prolongar o ciclo de vida da tecnologia Diesel, mantendo-a relevante perante o endurecimento das regras de emissões.

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