BelGee prepara novo investimento de 32 milhões de dólares para expandir produção de componentes na região de Minsk
A joint venture BelGee anunciou que está a preparar a construção de uma nova unidade industrial no distrito de Peresada, na região de Minsk, e já iniciou a procura de um empreiteiro para executar o projeto. O investimento total previsto é de 32 milhões de dólares.
Novo complexo industrial inclui estampagem e modernização de áreas críticas
De acordo com a informação divulgada pela empresa, o plano passa por erguer um novo pavilhão de estampagem, ao mesmo tempo que avança com a reconstrução das áreas de montagem e de soldadura. Está igualmente prevista a modernização da central energética e o reforço das infraestruturas de engenharia necessárias ao funcionamento da fábrica.
Entre as redes a desenvolver ou atualizar estão: - abastecimento de água - fornecimento de calor - rede de gás
Objetivo: aumentar a localização e elevar a produção de autocomponentes
O propósito central do investimento é aprofundar a localização da produção e elevar o volume de fabrico de componentes automóveis. Para o mercado automóvel de 2026, a iniciativa traduz-se no reforço da capacidade produtiva na região e numa menor dependência de fornecedores externos, um fator visto como crítico para a estabilidade das cadeias de abastecimento.
A construção de novos edifícios e a atualização das linhas existentes deverão também melhorar a eficiência dos processos industriais e criar postos de trabalho adicionais.
Pressão competitiva acelera aposta na base de componentes
A BelGee enquadra o projeto num contexto de concorrência crescente no segmento de modelos de grande volume, onde ganham peso marcas chinesas e fabricantes com produção localizada. Neste cenário, a capacidade de produzir componentes internamente é apontada como um elemento determinante para a resiliência do setor automóvel.
Localização como estratégia para estabilidade de preços e resistência a constrangimentos externos
A empresa considera que a aposta na localização constitui um passo estratégico: quanto maior for a incorporação de componentes produzidos dentro do país, maior tende a ser a estabilidade da política de preços e mais elevada a capacidade do setor para enfrentar restrições externas que possam afetar importações, logística ou fornecimentos.
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