Atualmente, os particulares que desalfandegam um automóvel através de uma guia de entrada aduaneira conseguem, na prática, evitar parte dos pagamentos adicionais. As novas regras deverão “nivelar as condições” e reduzir a prática de subavaliação do valor aduaneiro. Na opinião de especialistas, isto levará inevitavelmente ao encarecimento dos automóveis importados em 2026, sobretudo no segmento de modelos estrangeiros populares com cilindrada reduzida.
Ainda assim, a quota de importações via UEEA não é dominante: o principal volume de importação de automóveis novos continua a vir da China. No entanto, para compradores particulares, estes canais eram uma forma de poupar. Após a alteração das regras, este mecanismo tornar-se-á menos atrativo.
O mercado está, gradualmente, a fechar brechas para importações mais baratas. Para o consumidor, isto significa menos opções e nova subida de preços, especialmente se as taxas associadas ao abate/reciclagem continuarem a aumentar.
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