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100 mil km - e o sedan perde metade do valor: modelos de prestígio que ninguém vai querer comprar.

Mecânico escreve em prancheta ao lado de motor de carro aberto, com peças e calculadora sobre ele. Vários carros ao fundo.

A liquidez de um automóvel no mercado de usados é tão importante quanto o preço ou o aspeto exterior. O especialista Serguei Zinóviev elaborou uma lista de berlinas usadas que costumam apresentar maiores dificuldades na revenda.

Premium com manutenção dispendiosa

Na lista entram o Mercedes-Benz Classe E e o BMW Série 5. Apesar do prestígio e do conforto, a sua atratividade diminui devido aos elevados custos de utilização.

Se para os primeiros proprietários as despesas de oficina eram aceitáveis, para o terceiro ou quarto dono manter este tipo de carro torna-se um encargo pesado. Isso reflete-se diretamente na procura e no tempo necessário para vender.

Segmento generalista com reputação problemática

Entre os modelos mais acessíveis são referidos o Citroën C4, o Ford Fiesta de sexta geração, o Lifan Solano, o Ravon Nexia R3 e o Volkswagen Jetta.

As queixas mais comuns incluem tendência da carroçaria para a corrosão, desgaste rápido da suspensão, avarias pequenas frequentes, bem como motores e transmissões menos fiáveis. Ainda assim, o Jetta tem aparecido repetidamente em rankings de fiabilidade, sobretudo graças ao seu motor atmosférico 1.6 BSE.

Quilometragem como marca crítica

Depois dos 100 000–150 000 km, estas berlinas passam muitas vezes para a categoria de “muito usadas”. Isso reduz de forma acentuada o seu valor de mercado e torna a venda mais difícil.

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