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Ao volante estava o campeão de ralis Mark Higgins. O automóvel era, na sua maioria, de série, mas recebeu reforços na carroçaria, uma célula de segurança, um depósito de combustível de 10 litros, uma suspensão mais rígida e travões melhorados para condições de frio. A alteração-chave foram os pneus estreitos de rali com cerca de 400 pregos de carboneto de tungsténio por roda, o que permitiu ao sistema de tração integral trabalhar eficazmente no gelo.
Durante a descida, o carro tocou repetidamente nas paredes da pista e, depois disso, conseguiu regressar por si próprio. O projeto serviu como demonstração das capacidades da tecnologia de rali em condições extremas e lembrou que os carros de competição podem existir não apenas em asfalto ou terra, mas também numa pista olímpica de gelo.
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