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Luxo elevado: o Purosangue terá sistema motorizado para fixar bagagem.

Mala de viagem e bolsa de couro castanho no porta-bagagens aberto de um carro, com barra ajustável de suporte.

A construção inclui uma travessa com acionamento elétrico e um mecanismo de acoplamento específico. A mala é fixada na interface de fixação e, de seguida, o sistema puxa-a para o espaço atrás dos bancos, bloqueando-a automaticamente. Isto evita a deslocação da carga durante uma condução mais dinâmica - e a performance é sempre uma prioridade para a Ferrari.

Um esquema alternativo prevê o carregamento pela porta aberta: a bagagem é colocada com o encosto rebatido; depois, o acionamento elétrico devolve o banco à posição inicial, «prendendo» a mala numa zona definida. O fabricante sublinha que transportar malas pesadas por cima da divisória é cansativo e não está à altura do nível da marca. É evidente que o sistema exigirá um padrão de fixação próprio, reforçando a dependência dos clientes em relação a acessórios originais.

A Ferrari há muito que ganha dinheiro não só com automóveis, mas também com produtos de lifestyle - da roupa a malas de viagem exclusivas. A nova patente dá continuidade, de forma lógica, a essa estratégia de monetização do estatuto. Para o mercado de massas, isto pode parecer excessivo, mas para a Ferrari soluções deste tipo fazem parte da filosofia. Aqui, até a bagagem se torna um elemento de demonstração de engenharia e de posicionamento premium.

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